sábado, 13 de dezembro de 2008

MUSICAS E IMAGENS DA MARIA DA FONTE

Vitorino canta hino esquecido,
CLIC e ouça enquanto lê.

Maria da Fonte - Vitorino

23 comentários:

Tudo pela Póvoa disse...

Caro "Quelhas",

os ultimos comentários foram inexplicávelmente perdidos, pelo que apresento desde já as minhas desculpas e requeria que os repetissem quando achassem mais oportuno.

Um Bom 2009

O Administrador de "tudopelapovoa"

O jornal "Terras de Lanhoso" acaba de mudar para novas instalações. disse...

in, Gazeta Lusófona

Ex.mo(s) Senhor(es), Caros Amigos:

O jornal "Terras de Lanhoso" acaba de mudar para novas instalações, situadas na Rua D. Elvira Câmara Lopes, nº 130 -- rés-do-chão (frente ao campo da Feira da Póvoa de Lanhoso).
Trata-se de uma ambição antiga que, agora, nos possibilita, para além de um melhor atendimento aos nossos assinantes, dispor de outras ofertas.
Desde logo, temos à disposição de quem nos visita uma livraria onde os
interessados encontrarão disponíveis os livros da esmagadora maioria dos
autores povoenses, de grande parte dos autores e das editoras regionais, bem como uma pequena secção de livros usados.
Para além da livraria, temos também uma galeria de artes plásticas, onde
estão representados pintores e escultores locais, como Domingos, José
Maria, Ana Barbosa, Jorge Nascimento ou Armando Rodrigues. Dispomos, ainda, de quadros com fotografias antigas da Póvoa de Lanhoso e peças de artesanato local e postais.
Aceitamos, também, encomendas de "material impresso" (envelopes,
ofícios, papel timbrado, cartões de visita, livros de facturas, carimbos,
etc., a preços de tipografia).
Com este passo, queremos estar cada vez mais ao serviço de todos os povoenses.
Esperamos a sua visita.
Porque, face ao grande investimento ali feito, precisamos do apoio de todos
os nossos conterrâneos e amigos.

Director: José Abílio Coelho
Colaborador: Quelhas

Entrevista ao Presidente da C.M. Póvoa do Lanhoso Sr. Manuel Batista disse...

“Para o ano irei fazer aquilo que todos fazem”

Lusitano de Zurique

— Este é o seu primeiro mandato.
Como encontrou a Câmara Municipal?

MB — Efectivamente é o meu primeiro mandato.
Nós encontrámos algumas dificuldades financeiras, mas para o ano há novamente eleições.
Todos os presidentes fazem grandes investimentos para as ganhar e eu irei fazer aquilo que todos fazem: Apostar no investimento não só no Concelho mas em todas as freguesias.
Iremos exceder um pouco o orçamento mas isto é normal, é política.

LZ — Segundo os naturais do seu Concelho, cada presidente que passa, muda de lugar
a estátua da Maria da Fonte.
Pode explicar-nos o porquê desta movimentação do grande símbolo do Concelho?

MB — Sim realmente isto é uma pergunta impertinente, mas responderei com todo o gosto.
A estátua da Maria da Fonte foi mudada do centro da praça Armando Rodrigues para a parte
de trás da casa da Botica.
Era uma heroína que passou a estar escondida.
Nós quando rectificamos aquele espaço urbano da vila respondemos aos apelos dos povoenses que pessoalmente pediram a mudança da estátua para a rotunda.
Quisemos dar-lhe a dignidade que merece, sendo ela uma heroína, o símbolo do Concelho da Póvoa do Lanhoso.
A vila está bonita e espero bem que ela fique por aqui, não há razões para a mudar novamente. Como sabe, aquilo que temos de bom tem de ser mostrado e hoje o centro da vila, é a sala de visita do Concelho e estátua da Maria da Fonte ficará por lá.

Sr. Presidente o nosso obrigado pelos minutos que nos dispensou.

Jornalista: revista Luzitano de Zurique, Pedro Silva

Colaborador: Quelhas

Perguntas sem respostas disse...

Senhor presidente a entrevista feita pelo Pedro deveria ser mais aprofundada acerca da (Maria da Fonte), mas o colega não tem muitos conhecimentos sobre o assunto, esteve bem!

Caro presidente, então, a (Maria da Fonte) também foi mudada de figura, não só de sítio, porque o poder local e os intelectuais do concelho da Póvoa de Lanhoso não estão de acordo com a verdadeira (Maria da Fonte) e a sua história?

Porque é que, o meu futuro livro, “Terra das (Marias) da Fonte ou fontanário..." história com histórias, está a incomodar muita gente?

Um abraço a todos os povoenses do tamanho do Mundo...

“Quelhas”; Um literato ocasional, o homem, o inspirador, o escritor, o poeta, o jornalista, o crítico, o artista, o dramaturgo, o cómico,
enfim, uma figura diversificado!

João Carlos Veloso Gonçalves

Terras das (Marias) da Fonte ou fontanário disse...

Curiosidade:

Os blogues mais visuavilizados

780 – Aqui na Póvoa

265 – Terras das (Marias) da Fonte ou fontanário

186 – Tudo pela Póvoa

100 – Maria da Fonte

Castelo de Lanhoso, não consegui ver

Nota:

O blogue: Aqui na Póvoa, é livre por isso tem mais visitas!

O blogue: Terras das (Marias) da Fonte ou fontanário, mata a curiosidade a muitos!

O blogue: Tudo pela Póvoa, consegue mais visitas que o MF!
O blogue: Maria da Fonte, deixa a desejar, não aceita comentários, por isso não tem hipótese, mas está certo!

O blogue: Castelo de Lanhoso, tem medo de mostrar a quantia de visitas!

Santa Casa viu aprovada a sua candidatura ao Programa Modelar disse...

A notícia deixa-me feliz como povoense que, Santa Casa viu aprovada a sua candidatura ao Programa Modelar e esteja em grande e, com ela o Dr. Humberto Carneiro.

No que diz respeito, camas e novos postos de trabalho também não deixa de ser menos importante, sendo que, uma coisa puxa a outra.

Queria dar só aqui uma pequena sugestão de uma realidade vivida a nível mundial, digamos!

Quando se trata de novos postos de trabalho são mil cães a um osso, isto quer dizer que, de certo vai haver uma inscrição para tal, conclusão!

Queria chegar, então, a opinar o meu idealismo, quando, entra alguém para um serviço, 99% é por uma cunha, a isso todos nós sabemos!

Porque não se metem jovens mais carenciados e sem emprego nestes empregos? Quando se metem pessoas que trabalham noutro lugar!

Outro assunto: No que diz respeito aos necessitados para entrar na Instituição da Santa Casa para internamento por velhice e, refiro-me aos nossos queridos e fofinhos velhinhos que, estão ao abandono ou não tem familiares, então outro caso, tem família, mas, não tem hipótese alguma de olhar por eles, no caso de não terem rendimentos para deixar de trabalhar e ficar em casa!?

Mais uma coisita, Senhor Dr. Humberto, como seu conterrâneo, descendentes de Sobradelo da Goma, quero-lhe dizer, não se meta mais em política, a política é suja!

Deixe os outros falarem, pessoas como você são mais úteis à Póvoa de Lanhoso fora da politiquice.

Nota: Este blogue ouviu os povoenses, está a eliminar comentários menos adequados, também meu descendente de Garfe, parabéns aos dois senhores da Póvoa de Lanhoso, Dr. Armando e Dr. Humberto.

Um abraço de paz e satisfação.

Quelhas

Anónimo disse...
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Anónimo disse...
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Anónimo disse...
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Anónimo disse...
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Anónimo disse...
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Anónimo disse...

TAMBÉM SABEMOS PÔR OS OVOS NO NINHO DOS OUTROS...

Fonte do JMFOUF disse...

quelhas, quelhasiano ou burro como já lhe chamaram. já vendeu 3.00 ex. Inspiração do Compositor e 1.000 ex. O livro da criança, está projectando mais 4.000 ex. Terra das Marias da Fonte ou fontanário... história com histórias. para dividir entre Suíça e Portugal, 1.000 ex. traduzidos em Alemão. depois de ter dado o seu contributo no Jornal Terras de Lanhoso e Castelo de Lanhoso, ele escreve actualmente em mais 2 Jornais, Gazeta Lusófona e Fri-luso, revista Lusitano de Zurique e 20 minuten. podem criticar o que quiserem, ele próprio me disse que, é bom ser falado e ler essas piadas, é sinal que não está esquecido e ainda está vivo. o povoense João Quelhas como é conhecido pelos nossos lados está no Ás das suas inspirações, a literatura dele não tem que ser igual ás de Saramago nem de Bocage, tenta ser ele próprio, escritor diversificado, poeta, contos, história, crónicas, entrevistas, biografias, desenho, artes plásticas, entre outras. igual a si mesmo e sem imitações. diz ainda que a razão do sucesso dele passa por ele, lutador de princípios, não esmorece com pupilos dos outros, mas sim dá-lhe mais vontade de lutar por uma causa, a cultura pela sua terra e sua gente, mesmo que alguns, poucos, não lhe dei-a valor literário ou social.
diz ainda que, ele é a verdade da mentira...

inspirador continua

Anónimo disse...
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Anónimo disse...

AI QUELHAS, QUELHAS, SE O PADRE AQUILINO LÊ ISTO...

VIRGULAS SEM PONTOS disse...

EU, JOÃO CARLOS VELOSO GONÇALVES, COM PESEUDONIMO FAMILIAR E ARTISTICO "QUELHAS" VENHO PEDIR QUE, SE DESIGNEM A TER BOM SENSO, OLHE! O QUELHAS NÃO É NENHUM POLITICO, NEM NENHUM PAROLO, É UM HOMEM PEQUENO NA ESTATURA, MAS GRANDE NO SER, É CASADO E PAI DE DUAS FILHAS, NÃO SE METE EM CONFLITOS! DEIXEM-ME EM PAZ! TENHO A MINHA VIDA PARA VIVER COM MINHA FAMÍLIA E POUCOS AMIGOS, NÃO SE MORDAM POR MIM, ESTOU FARTO DISTO, ESTÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDOS DE FALAR NO MEU NOME INDEVIDAMENTE, PODEM FAZE-LO SE BEM O ENTENDEREM, SEM MAL TRATAR, NÃO SOU O PALHAÇO DA FITA, POIS NÃO? SE NÃO GOSTAM DAQUILO QUE ESCREVO PASSEM À FRENTE, DEIXEM LER QUEM QUER, DIGO-LHES, TENHAM CORAGEM DE METER O VOSSO NOME, NÃO EM FIXÃO, ESTAREI CERTO QUE SÃO UM BANDO DE COBARDOLAS, A TER CORAGEM ASSUMAM-SE, UM DIA QUANDO DESCUBRIR QUEM É QUEM, VÃO TER UMA SURPRESA MINHA,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

http://inovalar.blogspot.com/

TOVARICH disse...

Como é que você pode exigir aos outros que activem a moderação de comentários quando no seu blogue a mesma não está activada?
Fico-me por aqui pois acho de muito mau gosto o que fez no blogue avantepovoadelanhoso.blogspot.com
Aqui é o sitio certo para me explicar essa sua atitude,gostava de o compreender,já que vejo nos seus livros algo de muito boa vontade e dedicação a esta nossa terra!
Para já o meu nome é TOVARICH

carla cristina disse...

a grande maria da fonte contada por este autor tem que se lhe diga.
as expressoes que usa e a forma explicativa que intreduziu.
nao esta pesado, um livro pequeno, talvez tirava ao inicio do livro aquelas frases extras e come$ava logo direitinho ao assunto.
gostei, sinceramente gostei, nao tinha lido nenhum livro da maria da fonte de les a les, sabia mais da historia oral que propriamente escrita.
aprendi e compriendi a finalidade da historia.
classifico, muito bom.

(brinquem com os tomates do gato disse...) disse...

(brinquem com os tomates do gato disse...)

Eu; João Carlos Veloso Gonçalves, a partir de hoje não comento, nem escrevo nada em meu nome ou assinado "quelhas" não tenho nada a ver com essas assinaturas FALSAS, poderei-o fazer, mas sempre anónimo, assim dar-me-ão mais valor e irão se deleciar de belos textos.

Partilho da opinião de fazer bleff a comentar textos longos e assina-los, embora como veem já andam a fazer comentários em meu nome.

divirtam-se

o tipo até pode ter as razões dele, eu tenho as minhas, e penso que este blogue não deveria ser livre, pois vai ser a descarga da merda toda.

desta vez protesto assim, depois entupo com o maximo de texto de minha autoria mas com enormes espaços.

não brinquem comigo

a minha opinião não conta disse...

Como tinha dito anteriormente e, a minha opinião não conta, a candidatura do senhor Lourenço deveria ser nas próximas eleições autárquicas.
Este ano seria e será muito difícil vence-las e, talvez numa derrota se retire novamente e não esteja lá nas próximas onde teria 100% hipótese de as ganhar.
Agora o senhor Batista dificilmente perderá, para além de popular tem-se revelado pela positiva.
É e será pena desperdiçar o candidato Senhor Lourenço, por outro lado o Senhor Batista deverá continuar o mandato para mostrar as suas convicções e fazer com todo o tempo do mundo aquilo que se propus.
Estou dando opinião somente pessoal, não passa de uma observação não política e fora da política, jamais me envolvo em campanhas, serei, a partir das últimas autárquicas um cidadão independente, embora com tendências da esquerda, mas na minha terra quem contam são os homens e não os políticos.
Por isso gostaria, de coração que o cidadão Manuel Batista continuasse e, por sua vez o Senhor Lourenço não se tivesse candidatado, será desperdício um ficar de fora, uma vez que os dois são potenciais candidatos à liderança.
Assim sendo numa vitória do senhor Batista e numa candidatura próxima do senhor Lourenço seria a melhor opção e, no caso de derrota do Senhor Lourenço ele desistirá e nas próximas, como digo, não o temos para ganhar as autárquicas.

Espero que respeitem as minhas observações, sem me tratarem de tal forma como já o fizeram.
As minhas opiniões não contam, mas, terão que as respeitarem em democracia.
Podem contradizer, e comentar, dês que seja com moderação.

Tenho dito.

Um abraço aos candidatos e a todos os meus conterrâneos a partir de Zurique.

Quelhas o pensador

momentos literários disse...

SELF RESPECT!!!!

Os blogues têm muito mais de negativo do que de positivo, cheguei a essa “fantástica” conclusão após algum tempo a analisar e acompanhar o que se passa e se comenta nos blogues da nossa terra.

No blogue “Castelo de Lanhoso”, partidarite pura e dura. Uma promoção constante e evidente de tudo o que se passa em torno da Câmara Municipal e dos seus protagonistas, associado a um constante achincalhamento de tudo e todos que estejam do lado do Partido Socialista (veja-se o exemplo deste ultimo texto publicado nesse blogue, repleto de falsidades e de tentativas descredibilização do PS e do seu candidato à câmara municipal).

No blogue “Avante”, um descontrolo absoluto em que vale tudo o que há de mais negativo e reprovável, não existe moderação dos comentários e fala-se de tudo menos do que realmente deveria ser discutido, a Póvoa e o seu futuro. Como agravante, neste blogue os comentadores foram, ao longo do tempo, perdendo completamente as estribeiras e enveredaram pelo caminho da calúnia e da maldicência, o que obviamente retira, do meu ponto de vista, toda a razão de ser deste suposto espaço de debate.

Pela minha parte, tenho tentado gerir este blogue com imparcialidade total e respeito absoluto em relação aos seus participantes, mas reconheço que não é nada estimulante o exercício de triagem de certos comentários, que evidentemente não publico, tal a baixeza neles descrita.

Talvez esta falta de nível esteja relacionada com o tipo de pessoas que participam nos blogues, com naturais excepções, mas que de uma forma geral fazem com que alguém que perde algum tempo, todos os dias, para gerir um blogue, conclua que não esteja propriamente a dar o seu tempo como bem empregue.

Contudo, uma palavra de agradecimento aos participantes intelectualmente mais honestos, que nos foram brindando com os seus contributos e com o seu amor pela Póvoa de Lanhoso. A todos os participantes, uma sugestão:
Não participem em blogues, ou no que quer que seja, pela negativa. A crítica infundada e barata não dignifica ninguém, nem a vocês, nem à sociedade a que pertencem.

Por último, quero lhes contar um episódio recente da minha vida que interpretei de uma forma especial.
A semana passada fui ver um filme ao cinema, o filme chama-se sete vidas – que já agora aconselho aos entusiastas de cinema – e a determinado momento da película um actor dirigia-se a outro dizendo-lhe que iria ajudá-lo a resolver um determinado problema que o segundo tinha, doando-lhe um órgão que este segundo precisava para sobreviver. O segundo actor, surpreendido, questionou o primeiro sobre o motivo que o levava a ajudá-lo, que tinha ele feito para merecer essa ajuda tão preciosa? O primeiro actor respondeu-lhe que ele merecia ser ajudado, porque "era um homem bom mesmo nos momentos em que ninguém o estava a observar…"

Acho que existem muitas formas de ser um "homem bom", uma delas, poderia ser deixando de alimentar as indecências que emergem nos blogues da nossa terra, tanto deixando de comentar como simplesmente deixando de acompanhar o que lá vai sendo postado.
A partir de hoje, escrevam o que bem entenderem, critiquem o que lhes apetecer, reajam a este texto se lhes apetecer e como lhes apetecer. Da minha parte não terão mais atenção, por uma questão de auto-estima coloco um ponto final à minha participação ou simples visita aos blogues da nossa praça. Assumo esse compromisso de honra comigo mesmo.

Desafio todos os "homens bons" a terem a coragem de agir da mesma forma.
Adeus. Até sempre.

Anónimo disse...

MOMENTOS LITERÁRIOS disse...
NOTA BREVE: Procuro refugiar-me nos momentos literários e tirar a atenção áquilo que, para aqui se diz contra tudo e todos, leem estes MOMENTOS e fujam dos fracassados ataques a pessoas de bem...


Jerónimo de Sousa quer "investigação célere"
Caso Freeport O líder do Partido Comunista Português (PCP), Jerónimo de Sousa, defende a necessidade um "apuramento da verdade sem condenações apriorísticas", avançou hoje o jornal “Público”.

De acordo com o depoimento ao diário, Jerónimo de Sousa salienta que é importante “para todas as partes envolvidas, ou pelo menos referenciadas, que esse apuramento se faça com uma investigação independente, normal”, pois “esta situação de suspeição não beneficia ninguém”.

Entretanto, em entrevista à SIC o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, garantiu que os limites da Zona de Protecção Especial (ZPE) não foram alterados por causa do Freeport. Pedro Silva Pereira, que em 2002 era secretário de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza, lembra que o projecto obteve a Declaração de Impacto Ambiental dois meses antes das mudanças dos limites da ZPE.

De acordo com as declarações do Ministro da Presidência à referida estação de televisão, o caso Freeport está a viver de "suspeitas alimentadas na comunicação social" mas "tudo deve ser investigado até ao fim”.

NÃO SOU PS NENHUM, NEM COISA NENHUMA!

28 de Janeiro de 2009 8:15


momentos literários disse...
NOTA BREVE: Procuro refugiar-me nos momentos literários e tirar a atenção áquilo que, para aqui se diz contra tudo e todos, leem estes MOMENTOS e fujam dos fracassados ataques a pessoas de bem...

COPY

Observação e resposta disse...

Agradeço a observação que se segue em parêntese.

(Anónimo disse... O Sr. Quelhas, que já teve pretensões de escritor - embora eu duvide que alguém tenha conseguido ler algum dos seus escritos (que ele considera livros) -, devia, à luz daquele estatuto, ter mais cuidado com o português. É que, independentemente das opiniões expendidas, que na maior parte dos casos, em meu juízo, carecem de nexo, mas são dele, a linguagem é muito pobrezinha, registando erros de concordância e de ortografia. Para um candidato a escritor, esperava-se - e exige-se -francamente mais. Janeiro 26, 2009)


Caro (a) sr: a

V. Exa. diz que, eu já tive pretensões de escritor!
Tive e tenho!
Então ajuíza você que, duvida que alguém tenha conseguido ler algum dos meus escritos!?
Você leu?
Qual livro?
"Inspiração do Compositor"
"O livro da criança"
"Terra das (Marias) da Fonte ou fontanário... história com histórias"
Quanto ao português, não tenho formação académica, também para editar bons livros não precisa ter estudos, precisa sim ter cabeça com ideias e sem imitações, ser ele próprio...
Mais, vou-lhe dar um exemplo para não se rir daquilo que escrevi na alínea anterior.
Se eu ou você não soubéssemos ler nem escrever podíamos ter um Dom muito elevado de capacidades multiplicas de imaginação e, por essa imaginação em prática para livro através de um outro escritor.
Acha que o livro não teria qualidade!?
A não saber ler, não quer dizer que não seja inteligente, apenas porque não estudou!
Em vez de ser autor, teria um co-autor, Certo?
Quanto aos erros de concordância, não sei exactamente a que tipo de texto se refere, para assim eu lhe poder responder com mais exactidão, queira o fazer, respoder-lhe-ei.
Erros! Pergunte aos professores que corrigiram, foi para isso que eles me serviram!
Quanto a isso não sou alheio, sinto que dia para dia estou a melhorar, espero um dia ser reconhecido pelos actos bons que fiz, a escrita é apenas um Dom que, adquiri após a escola.

"Antes de o ser, já o era, comecei a minha vida literária desde que comecei a frequentar a escola primária!"

Janeiro 27, 2009


Parabéns, JORNAL MARIA DA FONTE, mais um! disse...

Parabéns, JORNAL MARIA DA FONTE, mais um!

(123 anos de vida - O “velhinho” Maria da Fonte completou mais um ano de vida. Fundado a 3 de Janeiro de 1886, o Maria da Fonte completou, este ano, 123 anos. São muitos e muitos anos a levar as notícias da terra pelo concelho, pelo país e pelo mundo.)

Nota: Crítica social construtiva – o blogue Maria da Fonte nada tem a ver com o jornal quinzenal.
Um blogue, para ser um blogue informativo, tem que ser actualizado minuto a minuto, senão, passa a ser apenas um rascunho, quando publica as notícias ressequidas.
Diga-se de passagem que, no teor das notícias do blogue do Maria da Fonte, seja a radiografia do mesmo jornal, o que não impede que, o jornal tenha a mesma qualidade, uma vez que nem toda a gente vai à Net!
Refiro-me apenas às notícias tardias no blogue, podemos ver algumas, várias, dessas notícias nos outros blogues, colocadas muitas das vezes por particulares e pessoas do domínio das letras.
Por favor senhor director do Maria da Fonte, não se veja ultrapassado, actualize as notícias mais amiúde.
Outra coisa, meta a aprovação de comentários para incentivar as pessoas a visitar, está a cair o número de visitas!?

Desculpe!


http://inovalar.blogspot.com

Janeiro 27, 2009

Pela imagem, AQUI, da Maria da Fonte, estátua de Lisboa, heeee, parece-me que também a CDU da Póvoa de Lanhoso não está de acordo com a verdadeira heroina?!...

28 de Janeiro de 2009 8:30

quelhas em resposta disse...

Caríssimo (a) conterrâneo (a), tenho que aceitar o comentário que V. ex. aludiu.
No entanto pergunto-me;
Como é possível que, o senhor faça tais observações aos meus livros se, nem deve conhecer o titulo dos dois exemplares, mais o rascunho em blogue - http://inovalar.blogspot.com/; "Terra das (Marias) da Fonte ou fontanário... história com histórias".
No livro de poemas de vida, todo ele de poemas de vida, tem muitos sentimentos, é baseado no mundo verídico de acontecimentos, próprios, familiares, de pessoas que nos rodeiam, problemas da actualidade, e um pouco de tudo em geral.
Convido-o a ler “Inspiração do Compositor” e perceba, passo a passo e sem saltear, para bem perceber, como o livro nasceu e desenvolveu, sem tirar uma vírgula até ao final!
Espreite “O livro da criança” e faça o mesmo. Leia com atenção e veja com seus olhos se, está ou não, de certa forma a incentivar as crianças a ler e perceber certos problemas da vida, e ensinar-lhes algo. Talvez para si não são novidade, mas para os catraios sim, para além da história em si, desenvolvo coisas ligadas á natureza…
Você leu todos os artigos que escrevi no jornal Terras de Lanhoso em 2007/8?
Entre outros jornais!
Você está a par de que, presentemente escrevo em mais dois jornais, Gazeta Lusófona e Fri-luso, numa revista, Lusitano de Zurique!?
Acha que, a minha escrita é medíocre?
Como é que os jornalistas me dão tanta garra e aceitam a minha escrita!?
Então pelo seu ponto de vista, não valho nada como escritor diversificado, poemas, versos, prosa, entrevistas, opinião, história, enfim!
Um pouco de cultura em geral...
Há uns tempos atrás uma senhora das letras disse-me que, não gostava dos meus livros, e, eu perguntei-lhe porquê?
Respondeu da mesma forma que o senhor;
(-Não os consegui ler.)
Ó meu amigo! A resposta que lhe dei é a que lhe vou dar a si!!!
Então como é possível não gostar, por exemplo, de um bolo se, não provou o mesmo bolo???
Sabe uma coisa, publiquei essa frase num HI5, fiz das minhas palavras, as palavras da senhora, sabe telefonou-me para a Suíça a dizer-me para retirar o comentário...
Será você a mesma pessoa?
Não duvido, sendo é apenas dor de cotovelo!
Pode consultar no blogue descrito supra, alguns comentários, uns assinados no real, outros na ficção e alguns anónimos, designados por: Elogios, frases e corta na casaca...

O seu comentário vai estar lá, veja com seus olhos… Comente o livro virtual das MARIAS DA FONTE.
Podia você comentar para o e-mail, inspiracaodoautor@sapo.pt e sair do anonimato.
Par terminar, vendi mais livros eu, que, todos os escritores povoenses juntos e, mais estou muito longe de ser um conceituado e bom escritor.

“Quelhas”; Um literato ocasional, o homem, o inspirador, o escritor, o poeta, o jornalista, o crítico, o artista, o dramaturgo, o cómico, enfim, uma figura diversificada!

João Carlos Veloso Gonçalves “Quelhas”

Fotos: autor das fotografias "Quelhas"

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Câmara da Póvoa de Lanhoso - Natal - Portugal
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Câmara da Póvoa de Lanhoso eluminada - Portugal
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Casa da Botica eliminada - Biblioteca P.V.L. - Portugal
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Monumento das Comemorações - Foral 150 anos - Portugal
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Monumento da Comemorações eluminado - Portugal
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Casa do Pai Natal eluminada - Taíde - P.V.L. - Portugal
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Pinheiro abstracto de Natal eluminado -P.V.L. - Portugal
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Capela de Àguas Santas -P.V.L. - Portugal
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Igreja de Garfe - P.V.L. - Portugal

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Pelourinho de Moure - P.V.L. - Portugal
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Coreto da Misericórdia - P.V.L. - Portugal
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Monumento ao António Lopes - P.V.L. - Portugal
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Santa Casa da Misericórdia - P.V.L. - Portugal
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Rotunda do Foral dos 150 anos da M. Fonte - Portugal

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Ponte do rio que dividia Fontarcada e Lanhoso - Portugal

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Chafariz espelhado 25 de Abril - Comt. L. P. Silva - Portugal

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Vista das piscinas antes dos museus em betão - Portugal

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Helicóptero abastecer nas piscinas municipais - Portugal

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Chafariz - espelho de àgua - centro da vila P.V.L. - Portugal

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Corredor do centro para a ponte do pontido - P.V.l. - Portugal


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Jardim António Lopes ao pé do Teatro Club - Portugal

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Jardim Ant. Lopes -Teatro - antigos bombeiros - Portugal

Imagenes para tu hi5 y myspace
Maria da fonte 1.a - antes do Chafariz - centro - Portugal

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Maria da Fonte 2.a - rotunda 25 Abril - Av. Rép. - Portugal

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Igreja de Sobradelo da Goma - Museu do Ouro - Portugal

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Minha morada terrena - aqui jaz Mãe & Pai - Portugal

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People - Pessoas
Sexiest - Mais sexy

Man - Homem
alive - vivo
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França - foto tirada em andamento - Igreja - França

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Igreja dos Clérigos -Porto - Portugal

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Imagem de nossa Senhora de Fátima - Fátima - Portugal

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Santuário de Fátima - Fátima - Portugal

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Penafiel - Bom Jesus - Penafiel - Portugal

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Caminho de S. Tiago de Compostela - Espanha

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A caminho de S. Tiago 1 - Espanha

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A caminho de S. Tiago 2 - Espanha

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S. Tiago - estátua em carne e osso - Espanha

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S. Tiago - Musico ambuante - Espanha

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S. Tiago - monumento pré-romano - Espanha

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S. Tiago - Catedral de S. Tiago - Espanha

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S. Tiago de Compostela a caminho de casa - Espanha

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Valença do Minho - o sexo da arvore - Portugal

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Amares - macaco solto em liberdade - Portugal

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Mosteiro da Batalha - Portugal

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Fátima - Arcebispo de Primás Braga- Portugal


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Nascer do Sol - França

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Anoitecer - França

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A caminho da Suíça - Espanha

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Onde moro - Zürich - Suíça


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Teatro Clube. "Quelhas" e Colaboradores no livro, escritor Domingos, poetisa de Arosa, elementos do grupo "Raios de Sol"

"Inspiração do Compositor"

"Inspiração do Compositor"
Lancamento de livro no Cine Convívio Fura. "Quelhas" e professor escritor Bento Silva

"Inspiração do Compositor"

"Inspiração do Compositor"
Festa do livro no SLB da Póvoa de Lanhoso. "Quelhas" e Zé escritor, Jorge artista plástico, Leiradella romancista, Domingos escritor e robotico

"Encontros intlectuais"

"Encontros intlectuais"
"Quelhas" e Maria Amélia poetisa de Arosa

"Encontros intlectuais"

"Encontros intlectuais"
"Quelhas" e Padre Aquilino Pereira

"Encontros intlectuais"

"Encontros intlectuais"
"Quelhas" e Manuel Monteiro político

"Encontros intlectuais"

"Encontros intlectuais"
"Quelhas" e Dr: João Gomes presidente da SAD do SC de Braga 2009

"Encontros intlectuais"

"Encontros intlectuais"
"Quelhas" e Maria dos Santos locutora rádio Lora

"Encontros intlectuais"

"Encontros intlectuais"
"Quelhas" e Luís Filipe Reis cantor

"Encontros intlectuais"

"Encontros intlectuais"
"Quelhas" e Dito treinador dos Juniores do SC de Braga 2009

"Encontros intlectuais"

"Encontros intlectuais"
"Quelhas" e Bruno Tiago jogador do SC de Braga 2009

1001 Desenhos Animados - Theatro


1001 Desenhos Animados
Theatro


«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Era uma vez uma menina que se chamava Alice, e gostava muito, muito de ler, escrever e pintar desenhos animados, dançar e cantar, era apenas divertida e alegre.
Alice andava na escola na terra de ninguém, sim de ninguém…

(Exclama)

- A terra era de todos!

Na turma de Alice havia muitos meninos e meninas e todos eles gostavam dela.
A menina Alicinha, era a melhor aluna na sua turma e na escola.
A Bela Adormecida era a menina mais fraca na sua escola.
Pois estava sempre desatenta, dormente.

A Bela Adormecida – (Pergunta)

- Alice como se escreve `h´istória? É com uma H ou com um I?

Alice no país das maravilhas – (Exclama)

- Bela não adormeça, está atenta às aulas!

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Alice no país das maravilhas, era assim que ela designava a sua terra, apesar de haver pessoas do poder na terra dos Dinossauros.

(Exclama)

- Os grandes!

Que só eles faziam o que queriam, e ainda lhe sobrava tempo.
Embora o Rei leão na sua selva fosse o maior, assim como o Super-homem, o Homem aranha, o Obelix e Asterix, o Sandokan e Look & Look. Os cowboys.


Todos: (Exclamam)

Rei leão – Super-homem – Homem aranha Obelix e Asterix – Sandokan e Look & Look - Peter Pan - Tom & Jerry



- Menina linda e inteligente, se precisares da gente podes contar connosco!?

Alice no país das maravilhas – (Responde)

- Está bem, está bem, muito agradecida senhores.

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

A Alice era um génio, talvez por isso tinha muitos amigos, Heidy & Pedro, a Pocahontas, a Cinderela e muitos mais meninos.

Todos: (Exclamam)

Heidy & Pedro – Pocahontas - Cinderela - Menina e os 7 anões)


- Amiguinha logo vem com a gente tomar um lanche que nós pagamos por todos!



Alice no país das maravilhas – (Exclama)

- Não, não, pois eu não quero incomodar e abusar da sorte que tenho!

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

O pai de Alice nunca deu grande importância à sua filha, já a mãe sim, estava sempre do lado dela, só que esta morreu muito cedo.
Alice viu-se desamparada da mãe, o pai não lhe dava apoio moral, mas ela procurava algum refúgio nos amigos, para contar as suas mágoas, as suas aventuras e segredos.
Os colegas, Gasparzinho, o Principezinho e Aladdin eram amigos do sexo aposto, com quem ela podia contar para seu consolo, mais que as amigas apesar de serem de sexo igual, tinha mais confiança neles.

Alice no país das maravilhas – (Exclama)

- Meus amores, eu queria partilhar com vocês um segredo, que não consigo partilhar com meu pai, estou a ficar mulher e quero me preparar para quando isso acontecer!


Todos: (Respondem)

Gasparzinho – Principezinho e Aladdin

- Sim, claro que podes contar connosco e desabafares os teus segredos que serão inteiramente confiados.

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Alice cresceu e saiu da escola, guardou todos os trabalhos árduos da escola para recordação, os testes, as pinturas de desenhos animados e trabalhos manuais.
Alice gostava muito de ler, escrever e pintar, dançar e cantar, era apenas divertida, e depois de sair da escola, sempre que podia, praticava sempre estas modalidades e estes prazeres.
A menina Alice no país das maravilhas, era assim que ela o designava a sua terra, enquanto andava na escola, que depois de sair da escola, e depois de ter perdido sua mãe, tudo deixou de ter sentido.

Alice no país das maravilhas – (Pedindo)

- Pai, quero preparar o jantar e não tenho nada para fazer, vá pelo menos buscar alimentos para eu cozinhar!

Pai de Alice – (Responde)

- Sim, sim, desculpa-me minha querida filha, eu sinceramente não sei bem a lida de casa, agora é que sinto a falta da tua mãe!

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Mais tarde, Alice, arranjou trabalho como criada, os Palhaços faziam troça dela, a Bruxa má, enfeitiçava-lhe a vida, mas Alice venceu sempre os fracos, moralmente.

Todos: (Rindo)

Palhaços – Bruxa má - Transformas


- Há, há, há, há, há, há…

- Eh, eh, eh, eh, eh, eh…

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Alice enquanto trabalhava, quase todos os meninos da idade dela, ficavam por casa sem fazer nada, apenas brincavam, a Anastácia, a Branca de neve, a Cabelo dourado e a Bela Adormecida andavam sempre a saltar à corda, jogar à macaca e a cantar na rua, alegres e contentes.

Todos: (Perguntam)

Wien i puhn - Anastácia – Branca de neve – Cabelo dourado
e Bela Adormecida

- Anda brincar connosco Licinha?!

Alice no país das maravilhas – (Responde)

- Não posso, tenho que ir servir para ganhar algum dinheirinho para ajudar em casa, que agora só tenho o meu pai a ganhar!

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Alice coitada trabalhava na patroa, para espantar a tristeza, cantava, depois ainda ia trabalhar para casa, perdeu toda a liberdade que tinha na escola, tinha pelo menos uma vizinha que lhe dava fraternidade, de vez enquanto ia até à casa dela à noite.

Alice no país das maravilhas – (Impõe-se)

- Pipi das meias altas, vem cá, limpa-me a loiça para depois irmos juntas ver os desenhos animados, Tom & Jerry.

Pipi das meias altas – (Refere)

- Nem precisavas de dizer nada, sabes que venho cá para te ajudar um pouquinho, e depois desfrutarmos as duas juntas o filme, 1001 desenhos animados!

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Á medida que a Alice ia crescendo, tanto moralmente, como fisicamente, amadurecendo, começou a namorar com um amigo.

Namorado de Alice – (Pede)

- Amorzinho dá-me um beijinho…

Alice no país das maravilhas – (Responde)

- Mas ainda é muito cedo para isso!

Namorado de Alice – (Humor)

- Não é nada cedo, já são duas da tarde e mais já namoramos à uma hora…

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Alice quando começou a namorar apaixonou-se, e começou a inspirar-se nesse bem-querer, para escrever poemas d´amor.
Os Daltons, os ladrões de sonhos, queriam a todo o custo separar Alice do Namorado, o Pinoquio mentia com todos os dentes acerca da pequena, mas nunca conseguiram a proeza de os separar.
A Capuchinho Vermelho deu-lhe sempre força contra aqueles que lhe queriam mal.

Capuchinho Vermelho – (Exclama)

- Não ligues a ignorantes e houve só o teu apaixonado!

Alice no país das maravilhas – (Responde)

- Pois é isso que eu faço, faço ouvidos moucos…

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Quando Alice não tinha ninguém para desabafar, brincava em casa com o Gato das Botas, com os cães Dropi & Pluto e com os ratos Mickey & Minie.

Dropi & Pluto – (Ladrando)

- Ao, ao, ao, ao, ao, ao, ao, ao, ao, ao, ao.

Gato das Botas – (Miando)

- Miau, miau, miau, miau, miau, miau, miau, miau.

Mickey & Minie – (Chiando)

- Chi, chi, chi, chi, chi, chi, chi, chi, chi, chi.

Simba – (Berrando)

Meeeee, meeeee, meeeee, meeeee, meeeee.

Alice no país das maravilhas (Exclama)

- Meus animaizinhos, vocês são a maior alegria quando estou sozinha!

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Alice como todos os dias ia trabalhar arduamente, mas mesmo assim tinha sempre algum tempo para se dedicar à leitura, à escrita, ao desenho, aos gatos, cães e ratos, aos amigos e ao seu pai.
Certo dia, Alice entendeu comprar um computador, para digitalizar os seus 1001 desenhos animados, a sua escrita de poemas d´amor e também as fotos dos seus amiguinhos.



Alice no país das maravilhas (Pedindo)

- Gasparzinho meu fantasma, vem a minha casa instalar-me o PC e ensinar-me as coisas mais praticas sobre ele.

Gasparzinho - Princepezinho (Responde)

- Claro, Alice, sempre ao teu dispor, os amigos são para estas alturas e ocasiões.

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Alice a partir daí aprendeu a teclar, colar imagens e imprimir, pelas suas próprias mãos e inteligência, apenas teve uma lição simbólica do amiguinho.
Um dia ao acaso, a Pantera cor-de-rosa foi lhe fazer uma visita a casa, surpreendeu-se com o que viu e gostou.

Pantera cor-de-rosa – (Exclama)

- Tu tens jeito colega Alice!

- Deverias fazer um livro!

- Tens aí muita matéria interessante, poemas, canções, histórias de vida e pinturas com desenhos animados!

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Depois desse dia e após a amiga lhe ter proporcionado este momento agradável, foi um ápice da escrita ao livro.

Alice no país das maravilhas – (Exclama)

- Mas como eu vou fazer um livro se não tenho dinheiro!

- Não tenho um professor para corrigir!

- Se nem conheço uma tipografia!

- Se não tenho um editor!

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Pus os neurónios a funcionar e pensou ir à procura de algo, perguntou a alguns escritores como era que se processava para concluir um livro, para vender nas livrarias, amigos e público em geral.
A amiga foi-lhe razoavelmente correcta.

Alice no país das maravilhas – (Pergunta)

- Pantera como se faz para lançar um livro?

Pantera cor-de-rosa – (Diz)

- Não é fácil, fácil é para os grandes escritores, que tem já uma editora para editar e distribuir os livros, mas como vivemos numa sociedade miserável que nos desprezava, enquanto autores regionais e desconhecidos é um todo difícil.

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Procurou mais amigos, o professor Peter Pan, que lhe corrigiu o livro dos 1001 desenhos animados.
Uma editora regional, pertencente a Nemo, o peixe palhaço.
Duas editoras regionais, a do boneco Nody, este com pouco capital, talvez lhe interessasse o conteúdo do livro, pois o interesse era outro, a parte financeira, a Alice pagava os livros e a editora andava a vender a obra sabe-se lá quanto tempo, e o lucro era apenas uma mísera.

Nemo – (Promovendo)

- Alice vai buscar patrocínios e depois fazemos a obra na minha editora…

Alice no país das maravilhas – (Exclama)

- Ora essa, ora essa!?

Nemo – (Refere)

- Bem, se não queres vai à gráfica, a esta gráfica que te vou escrever neste papel, e diz que vais a meu mando.

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Alice pensou, talvez aqui haja gato, será que ele vai ter comissão!
Se não ganha de uma maneira ganha de outra!
Pensou melhor, e para não se enforcar foi ter com uns conhecidos de confiança, que trabalhavam num centro de cópias.

Alice no país das maravilhas – (Pergunta)

- Olá, como estão meus caros amigos!? Bem?

Três Porquinhos – (Respondem)

- Claro que sim, estamos bem.

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Os Três Porquinhos, perguntaram a Alice a que se devia aquela visita.
Licinha apenas lhe respondeu que queria fazer um livro e precisava de um apoio honesto e amigo, apenas simbólico.

E logo estes amigalhaços propuseram-se a ajudar a pequena e humilde Alice, levaram-na à tipografia e apresentaram-lhe os donos da instituição gráfica.

Três Porquinhos – (Apresentando)

- Apresento-vos a nossa conterrânea amiga.

Alice no país das maravilhas – (Apresentando-se)

- Sou Alice, muito prazer, tenho aqui o meu livro em PEN intitulado, 1001 Desenhos animados.

Aristogatos – (Agradecem)

- Muito prazer, só pela sua coragem vamos lhe editar o livro, mesmo sem editora, será com edição de autor.

Alice no país das maravilhas – (Exclama)

- Sim, pois claro, é um privilégio para mim!

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

A partir desse momento o sonho começou a tornar-se realidade, só faltava dinheiro, embora estes empresários facilitassem os pagamentos, e só depois da venda do livro pagaria o custo deles.

A menina Alice pensou como havia de fazer, mas como era muito inteligente, lembrou-se de ir pedir novamente apoio, desta vez ao presidente da sua terra.

Alice no país das maravilhas (Saudando)

- Boa noite senhores Simpson’s, é com enorme prazer que os visito, e também por uma boa causa, a cultura pela leitura.

Simpson’s (Agradecendo)

- Obrigado, muito bem vinda menina Alice, bons olhos a vejam!

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Os membros, que representavam a sua freguesia, imediatamente lhe deram ouvidos, apoio moral e financeiro, e para além disso mandaram-na ir a todas as freguesias do concelho, e à sede do município, no país das maravilhas.

A menina que queria ser escritora, arranjou uma artimanha, para que tudo funcionasse às mil maravilhas, e sem prejudicar ninguém, somente fazer chegar os seus livros a todo o concelho e escolas, divulgá-los.

Mas para seduzir as pessoas que estavam à frente do poder local, tinha que arranjar algo que as fascinassem, para além da escrita em si, os poemas d´amor, canções, histórias de vida e pinturas com 1001 desenhos animados!

Foi assim que Alice fez, foi à Internet e copiou, colou, todos os brasões de sede de freguesias do concelho e de freguesias vizinhas, na sub-capa do seu livro, que já tinha paginado e feito um esboço.

Dirigiu-se à sede do concelho, ao João Ratão e Carochinha, às juntas de sede de freguesia, e uma a uma, correu-as todas com muito sucesso.

Em todos os lados que passava, a conversa era quase sempre a mesma, Alice já levava a lição estudada de casa, e se levava.

Alice no país das maravilhas (Referindo)

- Boa tarde Ex.mos senhores Dinkuik´s, eu sou a Alice e venho cá para pedir a vossa colaboração no meu livro, 1001 Desenhos animados, com edição de autor, de poemas d´amor, canções, histórias de vida e pinturas com desenhos animados, assim como o brasão de vossa terra!

Dinkuik´s (Aprovam)

- Boa tarde menina Alice, penso ser de veras interessante, vamos participar no seu projecto e oferecer aos meninos da nossa escola.


Hansel & Gretel (Participam)

- Você não mora nestas bandas, mas pela cultura e já que ela é universal e transparente vamos apoiar o seu projecto.



Alice no país das maravilhas (Referindo)

- Boa tarde Ex.mos senhor Patinho feio, eu sou a Alice e venho cá para pedir a vossa colaboração no meu livro, 1001 Desenhos animados, com edição de autor, de poemas d´amor, canções, histórias de vida e pinturas com desenhos animados, assim como o brasão de vossa terra!

Patinho feio (Reprova)

- Boa tarde menina Alice, aqui não me parece ser a Santa Casa da Misericórdia, pois vou falar com os outros presidentes se eles aderiram ao livro!?

Alice no país das maravilhas (Referindo)

- Boa tarde Carochinha, boa tarde João Ratão, o assunto que me trás aqui são os livros com edição de autor e, venho tentar a minha sorte, pela cultura, pelo prazer e pelo convívio.

Carochinha e João Ratão (Aprovam)

- Pois podes contar connosco sempre.

- É um prazer ter-te por cá por uma boa causa.

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

A quase todos participaram na aventura de Alice, menos alguns, poucos, que talvez não dessem valor à cultura ou então por desconfiança e mau feitio, por serem os Dinossauros da terra, que lhe deu o poder.

Todos: (Perguntam)

Dinkuik´s, - Simpson’s -
Carochinha e João Ratão - Patinho feio

- Quanto custa na participação do livro?

Alice no país das maravilhas (Responde)

- Gratuito, apenas podem adquirir alguns exemplares, quando a edição de autor estiver concluída e a um preço dentro do valor estético e artístico dos livros.

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Assim foi, a Alice estava mesmo do país das maravilhas, onde nem tudo era maravilhoso, pois tinha-lhe faltado a mãe muito nova, o pai não sabia muito bem lidar com ela, nem com a lida da casa.

Alguns amigos faziam troça dela, quando ela foi trabalhar, mas podia contar sempre com alguém, a Capuchinho Vermelho, a Bela Adormecida, a Heidy & Pedro, a Pocahontas, a Cinderela, o Peter Pan, o Rei leão, o Super-homem, o Homem aranha, o Obelix e Asterix, o Sandokan e Look & Look, a Anastácia, a Branca de neve, a Cabelo dourado, a Bela Adormecida, o Gasparzinho e a escritora, Pantera cor-de-rosa e outros mais.

Então foi ter com os Aristogatos, e os Três Porquinhos, e estes copiaram-lhe o livro para um programa próprio.

No final foi levantar o livro, trouxe-o, sem pagar um tostão furado, pagava só depois quando vendesse os livros, e assim foi fácil.


Entregou então os livros nas terras que lhe disseram que sim, passou um recibo, fez uma dedicatória a cada membro de junta da freguesia, conversou, ganhou mais amigos.

Alice no país das maravilhas (Dialogando)

- Ofereçam os livros nas vossas escolas para incentivar as crianças a ler pela cultura da leitura.

Dinkuik´s, - Simpson’s (Dialogando)

- Claro, Alice, foi por esse motivo que nós colaboramos!

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Alguns optaram por dar um livro a cada membro de sede de freguesia, a alguns amigos intlectuais, professores, médicos e padres.

Outros por sua vez, darem, um para cada sala de aulas, outros, um a cada criança da escola, e alguns por desmazelo deixaram-nos na sede de freguesia a ganhar pó.

Alice até foi ao estrangeiro vender livros, pediu ao seu conterrâneo, Bibip, que fazia transportes para o estrangeiro para lhe levar alguns pacotes de livros para vender por lá, onde viviam alguns dos seus irmãos, Barby, Bana & Flafe.

Também foi um sucesso grandioso, vendeu livros aos amigos e desconhecidos, que se tornaram amigos depois de comprarem o livro, Dumbo, Bambi, Madagáscar, a Dama e o Vagabundo, a Bela e o Monstro.

Vendeu praticamente livros a pessoas que eram emigrantes, mas de diferentes países do mundo, dos cinco continentes e a falar português, estudarem português ou trabalharem com portugueses, e casados com portugueses.

Todos: (Perguntam)

Dumbo – Bambi – Madagáscar -
A dama e o Vagabundo - A Bela e o Monstro

- Quais são as tuas habilitações literárias?

Alice no país das maravilhas (Responde)

- Apenas o sexto ano de escolaridade, ando agora a concluir o nono ano, está para breve.

Todos: (Reconhecem)

Dumbo, Bambi, Pato Donald, Madagáscar

- Parabéns pelo livro, está engraçado!

Alice no país das maravilhas (Agradece)

- Obrigado, muito obrigados.

Todos: (Apoiam)

A Dama e o Vagabundo, A Bela e o Monstro

- Bom sucesso menina escritora.

Alice no país das maravilhas (Agradecendo)

- Agradecido, mesmo de coração.

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

O sucesso foi de tal forma que Alice teve que reeditar novamente o livro, 1001 Desenhos animados de sua autoria.

Este sucesso deveu-se à consistência de Alice, apesar de muitas dificuldades nunca desistiu, teimou sempre, foi honesta com os editores, Nemo e Nody.

Com os Três Porquinhos do centro de cópias, e com o Aristogatos da tipografia, e com os políticos, Patinho feio, Simpson’s, e Dinkuik´s, João Ratão e Carochinha.

Todos ficaram a ganhar, pelo menos pela cultura da terra que enriquecia, fazia do país das maravilhas mais uma escritora, mais um intelectual, apesar de ter a escola mínima obrigatória.

Nas terras que não vendeu, ofereceu um livro ao presidente, que agradeceu a proeza.

Mas a culpa foi da Pantera cor-de-rosa, que um dia ao acaso, foi lhe fazer uma visita a casa, e surpreendeu-se com o que viu e gostou, deu-lhe animo.

Os amigos escritores, Tintim e Pantera cor-de-rosa, fizeram a parte intelectual, a análise final, a crítica social e o prefácio de autor.

O professor Peter Pan corrigiu, fez a correcção ortográfica, foi aí que começou o sucesso espiritual.


Alice a partir dali começou a ver o seu nome e do seu livro a ser publicado nos jornais locais e mesmo no estrangeiro aquando pela sua passagem por lá.

Ficaram bem marcadas as suas inspirações, que estavam de certo modo esquecidas no tempo e que um certo dia a Pantera cor-de-rosa e o Peter Pan lhe deram luz e animo.

Então até aos dias de hoje, e porque gostava muito de escrever, Alicinha, tornou-se colaboradora de dois jornais, três, quatro!

Assiduamente, um no país das maravilhas, outro no estrangeiro, os outros esses raramente, Sites na Internet, hi5, MSN, E-mail, etc…

Alice como intelectual, começou a adquirir livros nas livrarias, a trocar livros com amigos, e até quando vendia os seus próprios livros, ofereciam-lhe um livro usado e, emprestavam-lhe livros para ela ler em casa.

Mais ainda, Alice para além de começar a ler muito e a testar a sua capacidade literária, soltar-se, também era solicitada a fazer tournées por instituições culturais, bibliotecas e escolas.

A pequena escritora também ia a eventos culturais, Teatro, exposições de pintura e lançamentos de livros.

(Exclama)

- Tornou-se um génio!

Graças aos seus colaboradores directos e indirectos, principalmente à Pantera cor-de-rosa e o Peter Pan, que lhe deram muita vida moral e intelectual.

Alice no país das maravilhas (Expondo)

- Amigos, tenho uma farsa escondida em mim, mais uma!

- Pois eu tenho guardado em gaveta, assim como tinha os poemas d´amor, muitos Desenhos animados, e quero fazer um livro infantil!

- No qual vou dar o nome de: Pai Natal, sim pai natal!

- Pois estamos a chegar à quadra natalícia e quero surpreender tudo e todos, dar a conhecer os meus dotes, para além da minha inspiração poética, lançar um livro para crianças.

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Como Alice tinha muitos sonhos e inspirações de vencer, vencer o medo, aventurou-se mais uma vez, procedeu de igual modo como na primeira vez.

Passou pelas sedes de freguesia e município e, comunicou com os Simpson’s, os Dinkuik´s, João Ratão e Carochinha, e Patinho feio, mais a alguns amigos com pequenas empresas no país das maravilhas.

Desta vez surpreendeu ainda muito mais com o novo livro intitulado de: Pai Natal, que saiu pelo Natal, onde tinha a colaboração de meninos da escola onde andou a fazer tournées, e com desenhos animados de sua autoria, que tivera guardado quando andava na escola primária.

A Alice ainda tinha tantas inspirações naquela cabecinha louca, mas ao mesmo tempo inteligente!

Vejam lá a ideia dela, até recomeçou os estudos e quer completar o ciclo secundário obrigatório nos dias de hoje, para mais tarde se certificar como autora/escritora/jornalista, quem o sabe!

(Exclama)

- Só o tempo o dirá!

Bem, a Licinha voltou a ir ao estrangeiro com o seu amigo Bibip, que fazia transportes, desta vez lançou lá o livro infantil, o livro do Pai Natal, era assim que se intitulava!

Esteve em duas casas culturais, na livraria Leopoldina e não clube do Shorek, estiveram presentes 101 Dálmatas, Hansel & Gretel, Aladdin, a Bela e o Monstro e as Pequenas sereias, pois o livro era infantil e por isso apareceram por lá muita pequenada.

Passaram por lá alguns Dinossauros e alguns Super-homens do cônsul e das comunidades conselheiras do país, a rádio e o jornal das comunidades portuguesas com a presença de, Heidy & Pedro e Pato Donald que me entrevistaram com sucesso.

Alice no país das maravilhas (Envergonhada)

- Confesso que não estou à vontade para falar pela primeira, não segunda vez na rádio e em directo, sinto-me bloqueada, tímida.


«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

No regresso a casa, com o seu amigo Bibip, com uns tronquitos no bolso e quase sem livros, contente e a cantarolar, pensando no lançamento do livro de o Pai Natal na terra das maravilhas, na terra de: Alice no país das maravilhas, como havia de fazer o novo lançamento do livro.

Alice no país das maravilhas (Proclamando)

- No Theatro Madagáscar!

- Pois é mesmo lá que eu quero, mas com uma condição, tem que ser este ano!

- Pois se o livro foi feito este ano também tenho que o lançar este ano, certo!

Bibip (Exclamando)

- Bem pensado!

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Quando Alice tinha os pés bem assentes em terra, foi a correr para a casa cultural, falou com o Zorro, já antes tinha falado com o seu superior, Carochinha, mas esta tentou adiar, estava de férias marcadas!

Mas como o livro foi feito este ano e já tinha sido lançado no estrangeiro, mal parecia ficar para o ano seguinte.

Acertou-se então o dia e a hora, ficaram de mandar notícia para os intlectuais e sedes de freguesia pelo correi electrónico e por carta, mas não funcionou muito bem!

Houve pouca gente a participar, pois a divulgação foi muito vasta, mas de facto algo falhou.

Os e-mail s e os convites que partiram da casa cultural e, mandados por Zorro e Mariquinhas, não funcionaram muito bem.

A Pequena Sereia menina com corpo de peixe e mulher e o Nemo peixe palhaço, deram a notícia em terra e em mar.

A Bibip ave voadora, o Rei leão e Simba, o leãozinho, deram notícia na selva.

O Dumbo elefante voador, Peter Pan menino voador deram notícia na Europa.

A Leopoldina, deu notícia no resto do mundo.

E por fim o Shorek o Ogre Verde deu notícia em Júpiter.

No dia, mais uma vez Alice fez surpresa, apresentou Look & Look no Theatro Madagáscar a tocar piano e teclado, enquanto se lia pela cultura, como fez em outros sítios, que fez tournées culturais, com músicos tocando, com artistas plásticos expondo, com escritores lendo, um génio sem igual imitação.

Alice no país das maravilhas – (Discursando)

- Eu sou igual aos outros mas diferente no pensar, pela cultura pelo convívio e pelo prazer.




«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Os grandes Dinossauros não apareceram, os intlectuais, João Ratão e Carochinha, os Simpson’s, e os Dinkuik´s, muito menos o Patinho feio, estes não receberam ou ignoraram os tais convites que partiram desde o Theatro Madagáscar.

Alice no país das maravilhas – (Discursando)

- Somos poucos, mas bons!

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

O funcionário Sandokan controlava as luzes e o som, som que faziam Look & Look enquanto Alice lia mais os colegas convidados.

Pantera cor-de-rosa – (Discursando)

- È com grande honra que estamos aqui a participar na festa do livro.

- A autora é de veras uma pessoa com coragem e capacidade, apesar de estudar somente a escolaridade obrigatória, mas quanto a mim, ela sabe muito mais, porque, tem uma cultura geral que se enquadra com facilidade seja qual for o tema.

- No livro do Pai Natal a autora apresenta propostas para ajudar a incentivar o hábito de ler.

- Mas, como isto não lhe chegasse em certas alturas de tanto pensar e meditar no que se está a ler, sentimos o desafio de também nós começarmos a escrever d’aquele tempo que já passou quando éramos criança.

- No incentivo a autora insiste na divulgação do livro.

- Alice, também contou com ajuda dos seus amigos e, das escolas, em que eles aqui retratam, representam e escrevem experiências das suas vivências.

Tintim – (Discursando)

- Pegando nas palavras da Pantera cor-de-rosa, a autora agora está a concluir o 9.º ano, agora, escrever não é fácil, escrever para crianças torna-se ainda mais exigente.

- Mesmo assim, a autora decidiu arriscar pondo a descoberto a sua alma de criança, a sua infantilidade.

- Posso acrescentar que a Alice é uma pessoa de coragem, determinado e persistente, caso contrário, não estaria já com o seu segundo livro editado.

- O entusiasmo com que sempre fala dos seus poemas, das suas coisas, são bem prova disso.

- Cumprimento-a e felicito-a pela ousadia, determinação em levar para diante e expor seus sonhos, os seus sentimentos, as suas fantasias, e com tudo isto proporcionar momentos de emoção aos que têm o privilégio de o saber ler.

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

A noite estava quente!

Havia muito calor humano dos poucos amigos que se fizeram representar, eram poucos, mas muito, muito bons!



Seguiam-se a leitura dos seus amigos, que colaboraram e das escolas da terra do seu pai e sua mãe, Wien i puhn – Transformas – Simba – Menina e os 7 anões.

Sandokan, para além de estar a fazer um bom trabalho de luz e som, também tirava fotos à autora, Alice, e convidados ilustres, aos músicos, Look & Look, aos intlectuais, Pantera cor-de-rosa e Tintim, e aos colaboradores das escolas, Wien i puhn – Transformas – Simba – Menina e os 7 anões, e por fim aos convidados amigos.

Todos: batiam palmas, aplausos,
enquanto os convidados liam!

Alice no país das maravilhas
A Bela Adormecida
Rei leão
Super-homem
Homem aranha
Obelix e Asterix
Sandokan
Look & Look
Heidy & Pedro
Pocahontas
Cinderela
Gasparzinho – Principezinho
Aladdin
Pai de Alice
Palhaços
Bruxa má
Anastácia
Branca de neve
Cabelo dourado
Pipi das meias altas
Namorado de Alice
Capuchinho Vermelho
Dropi & Pluto
Gato das Botas
Mickey & Minie
Pantera – cor-de-rosa
Nemo
Três Porquinhos
Aristogatos
Simpson’s
Dinkuik´s
0Hansel & Gretel
Patinho feio
Carochinha e João Ratão
Dumbo
Bambi
Madagáscar
A Dama e o Vagabundo
A Bela e o Monstro
Pato Donald
Bibip
Pantera cor-de-rosa
Tintim
Peter Pan
Tom & Jerry
Menina e os 7 anões)
Transformas
Wien i puhn
Simba



«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

- “O sucesso que eventualmente despertem não passa dum simpático sucesso de estima e tudo se esfuma na lousa do tempo que voa.”

- “Os autores mais teimosos mas mais céticos, depressa se apercebem que livros sem leitores valem tanto, ou menos, que leitores sem livros.”

- Um livro é uma cultura artística, que nos une mutuamente, numa sociedade miserável, que nos despreza…

- As crianças são como os rebentos: nascem, crescem e permanecem, ficam lindos! Envelhecem e morrem…

Todos: (Palmas)

Alice no país das maravilhas
A Bela Adormecida
Rei leão
Super-homem
Homem aranha
Obelix e Asterix
Sandokan
Look & Look
Heidy & Pedro
Pocahontas
Cinderela
Gasparzinho – Principezinho
Aladdin
Pai de Alice
Palhaços
Bruxa má
Anastácia
Branca de neve
Cabelo dourado
Pipi das meias altas
Namorado de Alice
Capuchinho Vermelho
Dropi & Pluto
Gato das Botas
Mickey & Minie
Pantera – cor-de-rosa
Nemo
Três Porquinhos
Aristogatos
Simpson’s
Dinkuik´s
0Hansel & Gretel
Patinho feio
Carochinha e João Ratão
Dumbo
Bambi
Madagáscar
A Dama e o Vagabundo
A Bela e o Monstro
Pato Donald
Bibip
Pantera cor-de-rosa
Tintim
Peter Pan
Tom & Jerry
Menina e os 7 anões)
Transformas
Wien i puhn
Simba

«Recital de piano acompanhando a narrativa»
(Música de Alice nos pais das Maravilhas)

(Narrador)

Alice estava contente, mas pensou ter ali presente, alguns Dinossauros, os grandes, e intlectuais, mas como era tempo de férias e de fim de ano tolerou, pensando, que também deveria de ser, por o livro ser, com edição de autor.

A Bela Adormecida, adormeceu e não foi à festa, pediu desculpa pelo telefone à Alice.

O Pinoquio prometeu ir, mas não foi por ser um menino mentiroso.

O Pato Donald não pus lá os pés, somente porque não havia de comer à pato

E sem contar apareceu por lá o Rangeres do Texas, mas não queria entrar, por lá dentro ser proibido fumar.

No final tudo correu bem, foi um sucesso e diga-se de passagem mais vale poucos e bons.

Alice no país das maravilhas (Agradecendo)

- Agradeço a todos os presentes em nome do narrador desta peça de teatro.

- Agradeço a todos os personagens simpáticas e menos simpáticas desta peça e, a quem elas se dirigem ou referem.

- Agradeço o apoio simbólico a todos que colaboraram connosco, directo ou indirectamente, desde o Autor desta peça, o Técnico Teatral, o Professor, o Técnico de Luz e Som, os músicos, à Casa da Cultura de Póvoa de Lanhoso, e a vocês.
- Pois na minha personagem, só senti a falta da minha mãe.

- Esse, o meu pai agora com o tempo já aprendeu com a lida da casa.

- O meu namorado pediu-me em casamento.

- Continuo a escrever com edição de autor e os meus amigos continuam a colaborar comigo nos meus projectos, sem eles não era possível o meu sucesso. Obrigado.

- Os críticos continuam-me a censurar, apenas e unicamente, pelo facto de os meus livros não terem editora.

- Agora no que se diz sobre as edições de autor e, que são decerto muitas a nível nacional, não são piores nem melhores que aquelas que têm editorial!

- Vejamos, os livros publicados com edição de autor, se tivessem sido feitos através de uma editora da região, será que teriam outro valor!?

(Exclamando)

- Não me parece! Obrigados a todos, beijinhos.

(Todos: Palmas, berros e lenços no ar)

Recital de piano acompanhando a narrativa
(Musical - VERMELHO)

Pedido de Autógrafos

Branca de neve e os 7 anões

Distribuir balões

Palhaços

Anunciar quem vai falar
(Sem voz - VERDE)

Narrador
(Com voz - AZUL)

Personagem exclamativa junto do narrador
(Com voz - AMARELO)

Personagens
(Com voz - PRETO)

Minha Ilha Adormecida & LANHOSO TV


Do CD de Fados de Coimbra de Jorge Gago da Câmara e Guitarrista Alfredo Gago da Câmara denominado Açores Ondas de Fado.


AMOR DE ARTISTA - NATAL



Hino de Natal, Letra de Euclides Cavaco, Poeta

LANHOSO TV

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